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Semana de acolhida e integração no Vem-Crê-Ser

     07 de agosto de 2017 - A cada novo mês são renovados o entusiasmo e a alegria dos educadores do Vem-Crê-Ser/CCA Dom Bosco e das crianças e pré-adolescentes atendidos na obra social. Na primeira semana de agosto, logo após o retorno das férias, foi realizada a Semana da Acolhida, com uma vasta programação de atividades recreativas. Nos dois primeiros dias os educandos assistiram ao filme sobre a biografia de Dom Bosco e participaram de “perguntas e respostas” sobre o tema. 

     No terceiro dia aconteceu a gincana musical. Com a participação do personagem Pablo (interpretado pelo educador Felix), as crianças e adolescentes se divertiam com suas performances. No quarto dia, as crianças participaram do tabuleiro humano, com diversos desafios e envolvimento de toda a equipe. O jogo aqueceu as torcidas com gritos de incentivo. Ao final da partida, foram distribuídas premiações aos participantes. 

     No último dia, os educadores apresentaram uma divertida peça de teatro. Durante a apresentação os “atores” ressaltaram frases de Dom Bosco, consagrado Pai e Mestre da Juventude, com o intuito de ensinar e bem educar para as ações do dia a dia das crianças e adolescentes, principalmente no que diz respeito a sair de uma vida virtual e viver as virtudes da vida. Em seguida foi realizada uma gincana utilizando as 10 frases trabalhadas no teatro. Cada equipe montava duas frases. “Não foi uma tarefa difícil, pois todos estavam bem atentos e participativos, o que aumentou a facilidade”, comenta Edina Cristina, assistente de coordenação do Vem-Crê-Ser.

     A semana de acolhida tem o intuito de fazer com que as crianças e adolescentes sintam que são amados, que o Centro Juvenil Salesiano Dom Bosco não é apenas mais um espaço para ficar, mas sim um lugar onde eles são especiais, que fazem parte de uma família. “É interessante perceber que os educadores não precisam ficar pedindo para os veteranos apresentarem o local, sejam simpáticos e ajudem os novos”, observa Edina. “Eles fazem isso naturalmente e passam aquilo que receberam quando chegaram, tal como uma corrente do bem”. 

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