CP

Experiências de vida marcam encontro com jovens do Centro Profissionalizante

“Nem todas as flores desabrocham completamente, mas todas exalam perfume.”
(autor desconhecido)

     No dia 21 de setembro de 2015, os jovens do Centro Profissionalizante/CEDESP Dom Bosco, tiveram a oportunidade de refletir sobre “Preconceito e Superação” durante o encontro de Formação Humana. Para isto, foram convidados dois jovens que partilharam suas experiências de vida diante das dificuldades que passaram e de como as superaram.


     Gabriela Gomes, de 15 anos, aluna da primeira série do Ensino Médio do Colégio Coração de Jesus, em Santo André - SP, possui deficiência física desde seu nascimento. Em sua partilha de vida, destacou a força de vontade, a fé e a alegria como elementos que a caracteriza e impulsiona a vencer os desafios e se tornar protagonista de sua história. É uma pessoa forte e determinada. Seu grande sonho é fazer das pequenas ações, grandes gestos que venham colaborar com uma sociedade mais humana. Ao final de seu depoimento, a jovem leu uma mensagem que ela mesma escreveu para os jovens da instituição:

     “Nem tudo na vida são caminhos floridos, mas sempre podemos pular os obstáculos e plantar flores por onde passarmos. Tudo é uma questão de adaptação. Há flores que não crescem no sol; outras necessitam dele. Há flores que não sobrevivem em qualquer solo, e cada uma tem um nome, uma cor, uma aparência, assim como nós. Que tipo de flor você deseja ser? Eu desejo que cada um aqui se torne a mais bela das flores, do mais belo jardim, podendo sempre cativar aqueles ao seu redor. Seja aquela flor, que acima da beleza, conquiste aos outros com o seu perfume”.

     Tércio Rodrigo, de 36 anos, seminarista salesiano, aluno do quarto ano de Teologia do Instituto Teológico Pio XI, relatou sua experiência de vida e como lida com o preconceito étnico ainda muito forte na sociedade brasileira. Refletiu com os jovens os valores fundamentais que aprendeu com sua família, em particular com sua mãe. Incentivou o grupo a buscar sempre o bem nas pequenas coisas do dia a dia, começando em casa. Ao término de sua partilha ele foi convidado pelos jovens a cantar um rap de sua autoria que diz: “Ei jovem eu quero que me diga, que vida vale a pena ser vivida.”

     Foi um momento muito rico de interação com os educandos em uma linguagem juvenil e com a busca de incidir na realidade de cada um. 

Ir. Célia Regina Pinto, FMA 

Voltar Topo Enviar a um amigo Imprimir Home